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Disponível à carta ou em dois menus degustação (um https://tribunasportsbar.pt/ dos quais vegetariano), a experiência materializa-se em propostas como o pão de queijo com caviar e os dadinhos de tapioca. Por um lado, é a colecção privada de Paulo Macedo, com natural foco no pintor modernista Cícero Dias, que faz do espaço uma autêntica galeria. Instalado no espaço do histórico Cinema Olympia, o Bistrô Olympia propõe-se a recuperar o glamour dos anos 1920. Em 2022, abriu em Chaves, perto da Ponte de Trajano, e em 2025, no Parque das Nações. E na carta resistiram algumas pastas e pizzas, como o spaguetti Don Alfonso, com molho de tomate fresco, parmesão, manjericão e limão, e as clássicas Margherita, Diavola e Prosciutto e Rúcula.
Se em Lisboa há casa mais minhota do que esta, não a conhecemos. Por mais hambúrgueres que possamos comer, há algo que continua a distinguir os exemplares deste restaurante colado à Gulbenkian (e também no Time Out Market e em Santa Apolónia). Nas brasas, as sekuwa de frango marinado e as de porco gordo confirmam o talento. Num espaço simples, de antigo snack-bar, aproxima Mediterrâneo e Médio Oriente sem cair na fusão fácil. O Flamma é um sítio de espetadinhas, com espírito de neo-boteco, mas a cozinha da chef brasileira, formada no País Basco e há muito em Portugal, não tem geografia, só criatividade e sabor.
- Na ala das carnes tem a presa de porco ibérico (28€) ou as costeletas de cordeiro (30€) e para terminar escolha entre o brownie de chocolate e avelã (7€) ou a textura de framboesa e pistácio (9€).
- A comida é inventiva, mas sem pretensão, a carta de vinhos é concisa, mas satisfatória, e o serviço tem o toque de se estar na casa de alguém querido.
- Em 2026, abriu um novo espaço em Lisboa, na Baixa, mais exactamente dentro do Hotel 1904, do Benfica.
- Entre conversas intimistas e a algazarra das mesas de grupo, o Entropia proporciona também este conforto, o da atmosfera cheia e animada.
- Marido e filho na sala, irmãs a contribuir na rectaguarda – sobretudo nas sobremesas.
Louise Bourrat tem um outro espaço muito recomendável, o Gancho, que a Time Out considerou o melhor novo restaurante de 2025, assim como Boubou’s Sandwich Club. A cozinha é internacional, mas não faltam influências portuguesas, vindas do lado materno da chef, que detém o restaurante com o irmão e a cunhada, Alexis e Agnes. São 11 momentos e uma viagem pela história do Belcanto, uma mistura de delicadeza, consistência e imaginação. Com duas estrelas Michelin e lugar cativo no 50 Best, o Belcanto é uma experiência desde o momento em que se passa a ombreira da porta.
É uma casa minhota, modesta como há muitas a fazer história e tradição em Lisboa. Hoje contam-se ali quatro casas de marisco e uma delas chama-se, apropriadamente, O Palácio, membro de pleno direito da real lista das melhores cervejarias de Lisboa. Uma das grelhas mais respeitadas de Lisboa fica mesmo em cima do rio, na Estação Marítima da Rocha do Conde de Óbidos. Mas há muitas alternativas para quem não está inclinado para este género de panqueca e prefere ficar pelo sushi. Quando em 2019 se soube que o Maravilhas ia mudar de casa, para umas portas ao lado, para poder crescer, temeu-se o pior.
Vinho, petiscos & conversa, "ingredientes" que não vão faltar à mesa!
Daí pode seguir para os pastéis de massa tenra com bacalhau, para o camarão ao alhinho em molho sedoso, para as saladas de polvo com batata doce e de orelha tenra. Obrigatória é a lula de torneira grelhada e manteiga de ovelha, um clássico do chef, que está amiúde ao balcão, juntamente com Lívia Orofino, que trouxe com ele do Feitoria. Presença dominante tanto na cozinha como na sala, a Tia Alice, natural da ilha cabo-verdiana de São Vicente, é uma daquelas figuras que faz a casa. Há kimchi e molhos feitos na casa, vegetais frescos cortados no momento e wraps de alface para embrulhar tudo o que é proteína e levar assim à boca.
Avaliações de Tribunal Bar & Restaurante Unidade Vila Madalena
Se não troca a comida da avó e da mãe por nada deste mundo, leia o que se segue. Não é difícil experimentar pratos de outros cantos do mundo na cidade mas, verdade seja dita, poucas coisas sabem melhor do que uma refeição de comida caseira, temperada no ponto e servida em doses generosas. Sabe como é que a Time Out selecciona as melhores coisas para fazer no mundo inteiro? O serviço é outro dos pontos altos da experiência. O chef Ricardo Costa vai dos pratos portugueses até às suas recordações de infância, em Aveiro, para mostrar a sua visão criativa, que se reflecte em pratos como o leitão assado e as imperdíveis tripas de chocolate aveirenses. São três as salas e em todas se encontram referências a Trás-os-Montes – de notar também que no menu todos os pratos aparecem escritos em mirandês, língua que Lídia domina.
Uma casa inteiramente dedicada a um dos produtos mais emblemáticos da cozinha portuguesa, o bacalhau salgado seco. Dos clássicos às novidades, das tascas ao fine dining, do receituário português às cozinhas do mundo, estes são os 100 melhores restaurantes de Lisboa para 2026. "A PSP está a desenvolver diligencias de investigação criminal para chegar à identificação dos autores", diz a PSP no comunicado de hoje. Os indivíduos acabaram por dispersar do local, mas momentos mais tarde voltaram a deflagrar engenhos pirotécnicos junto de uma zona de mato próxima, colocando-se novamente em fuga. “Ao que foi possível apurar, os indivíduos eram adeptos do Sport Lisboa e Benfica, em concreto do grupo organizado de adeptos No Name Boys”, lê-se num comunicado hoje divulgado pelo Comando Metropolitano de Lisboa da PSP.
É uma cafetaria, mas a dupla não conseguiu ficar longe dos tachos e criou um menu de almoço, com pratos do dia, sandes e sopa, que seduziu de imediato a população do bairro. No final, a conta é comedida e é fácil sair do restaurante com a certeza de que podia ser uma boa cantina de todos dias. É habitual encontrarmos a sala cheia, com muitas conversas cruzadas, e gente à espera para sentar.
A fechar, não pode deixar de experimentar o Napoleão, sobremesa de inspiração francesa, montada com elegância na hora. Com apenas oito lugares ao balcão, serve cozinha kaiseki, que tem como pontos fundamentais a sazonalidade e a qualidade do produto. No pequeno restaurante aberto por Tomoaki Kanazawa, que quando regressou ao Japão, em 2017, escolheu Paulo Morais para o seu lugar, o chef homenageia a tradição nipónica como se fosse a sua.
O Arroz do Alfredo, o mais nutritivo dos pratos, é enriquecido com bochecha de porco e chouriço e pode ser servido em doses para duas, três ou quatro pessoas. Entre as duas salas e a esplanada cabem umas 45 pessoas, mas não há nada como chegar cedo – não aceitam reservas e abundam esfomeados à porta. Há ainda escondidinhos, bobó de camarão, moqueca e, ao domingo, feijoada à brasileira que anima a casa pela tarde dentro. O destaque vai para o acarajé, pastel de feijão fradinho recheado de vatapá e camarão seco, frito em azeite de dendê e acompanhado de molho picante de malagueta. Atenção às entradas de lulinhas e petingas fritas, e aos polipetti affogati. O qualificativo abastardou-se nos últimos tempos, mas aqui encontra-se na plenitude do seu significado.
A nova carta vegetariana é assinada pelo chef Nuno Bandeira de Lima. A lareira torna-o num dos locais mais acolhedores da zona nos dias frios. O Jackpot tem uma esplanada para os dias quentes e está localizado em frente ao Casino.